Toda vez que a gente tenta conversar, vira briga de novo.
Um lado entra na defensiva, o outro cobra, e ninguém se escuta.
Ansiedade, relacionamentos e comunicação, com Terapia Cognitivo-Comportamental. Um espaço para falar do que pesa sem precisar chegar com as palavras prontas.
Psicóloga clínicae professora universitária, em Santa Maria e online.
São frases que aparecem muito no consultório. Se alguma soou familiar, a terapia pode ser um bom lugar para olhar para ela com calma.
Toda vez que a gente tenta conversar, vira briga de novo.
Um lado entra na defensiva, o outro cobra, e ninguém se escuta.
Eu queria ser parceira dele, não me sentir mãe dele.
Quando só uma pessoa lembra, organiza e resolve tudo, cansa mais que qualquer briga.
Travo antes de mandar a mensagem.
O medo de parecer carente demais faz você não pedir o que precisa.
A gente só fala de conta e tarefa.
A rotina ocupou o espaço de perguntar como o outro está.
Minha cabeça não desliga.
A ansiedade antecipa, repassa conversas e rouba o descanso.
Às vezes a gente esquece que consistência importa mais que intensidade.
Luana Carolina, no Instagram
Atendo adultos com a Terapia Cognitivo-Comportamental, uma abordagem que trabalha com objetivos combinados entre nós e com o que acontece na sua vida real: as conversas difíceis, a ansiedade que antecipa tudo, as relações que cansam.
Passei mais de dois anos em reabilitação neurológica, no dia a dia de uma equipe multiprofissional, e dou aula no ensino superior, onde trabalho ética e desenvolvimento humano. As duas coisas me ensinaram a mesma lição: cada história pede tempo e escuta.
Uma mensagem no WhatsApp. Não precisa explicar tudo agora, só dizer que quer marcar.
É de acolhimento. Converso com você para conhecer a sua história e entender o que você busca na terapia.
Sessões de 60 minutos, com objetivos que a gente combina junto e revisa ao longo do caminho.
Encontros de 60 minutos para discutir casos, organizar a conceituação e ganhar segurança na prática clínica com a Terapia Cognitivo-Comportamental.
Perguntar sobre supervisãoDar aula me colocou perto de quem está saindo da faculdade e tem a primeira paciente marcada. A supervisão nasceu desse lugar: um espaço para perguntar sem medo de parecer que não sabe.
Toda semana escrevo sobre o que aparece no consultório. É um jeito simples de saber se você se identifica com a forma como eu penso.
As perguntas que mais chegam por mensagem. Se a sua não estiver aqui, é só me chamar.
É um encontro de acolhimento. Faço algumas perguntas para conhecer a sua história e entender o que te trouxe e o que você espera da terapia. A partir daí a gente combina como seguir.
Não. Muita gente chega sem conseguir nomear o que acontece, e organizar isso faz parte do trabalho.
O atendimento é particular. Os valores e as formas de pagamento eu passo pelo WhatsApp, junto com os horários disponíveis.
Sim, com foco no relacionamento: como vocês conversam, o que trava e o que cada um precisa. Também atendo individualmente quem quer trabalhar as próprias relações.
O atendimento online é regulamentado pelo Conselho Federal de Psicologia e segue as mesmas regras de sigilo do presencial. Você só precisa de um lugar reservado e boa conexão.
Fica. O sigilo é uma obrigação do Código de Ética da profissão. As poucas exceções estão previstas em lei, como risco à vida, e seriam conversadas com você.
Depois dela, eu te respondo com os horários disponíveis e explico como funciona.
Chamar no WhatsApp